As 6 competências essenciais para desenvolver em sua EJ

Souza Cruz
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Uma empresa centenária pode ser inovadora? A resposta é sim! A Souza Cruz investe cada vez mais em uma atitude inovadora, queremos transformar uma indústria. E hoje, queremos encorajar vocês a desenvolverem as competências mais relevantes atualmente se você quer que a sua EJ tenha impacto no mercado e faça a diferença no MEJ e no Brasil!
 

1 - Storytelling:
 

A arte da comunicação, fundamental quando trabalhamos em conjunto. O Storytelling olha para como nós usamos a comunicação para engajar colegas, articular problemas e inspirar times a atingirem soluções mais colaborativas e significativas para a sociedade.

Hoje, o storytelling é visto como uma ferramenta estratégica fundamental na comunicação em mídias digitais, aumentando o engajamento em publicações e páginas. Assim, é uma excelente ideia utilizar esta ferramenta em suas postagens para expandir seu número de leads.

Outra boa ideia é utilizar storytelling ao elaborar suas propostas? Seja para vender um projeto ao seu futuro cliente, se candidatar a um cargo no MEJ ou propor algo à sua EJ, faça seu ouvinte se conectar a mensagem que você está levando, enxergando o propósito por trás do que você está oferecendo e como essa solução pode fazer a diferença no negócio, nas pessoas impactadas por ela e até na sociedade.
 

2 – Data Science (Habilidade de olhar dados, processá-los, extrair informação, visualizá-los e comunicá-los):
 

Com a introdução de tecnologias digitais avançadas, nós temos acesso a mais dados do que nunca, pensar em como utiliza-los estrategicamente é além de se adequar as dinâmicas do mercado, usufruir de um recurso pouco explorado e com grande potencial, essencial para fundamentar tomadas de decisão, podendo ser responsável pelo insight que sua EJ precisa para planejamentos estratégicos.

Os recursos dos dados podem ser aproveitados em diversas áreas dentro de uma EJ, análise das suas publicações, quais geram mais engajamento, quais projetos vocês mais vendem para priorizar sua divulgação ou otimização de etapas, reduzir tempo gasto em alguma etapa que poderia ser feita em menos tempo, qual treinamento é necessário para sua EJ, análise do perfil dos seus clientes, como você pode chegar até eles, quais ações/parcerias que sua EJ realiza e  seu retorno.... Uma infinidade de opções!

Indicamos começar por coisas básicas como o acompanhamento das mídias digitais, o andamento dos projetos e as entregas das equipes. Mas é interessante explorar as possibilidades que a análise de dados pode oferecer a sua EJ no mercado a nível de análises de concorrência e posicionamento, fundamentando suas decisões e planejamento estratégico.
 

 3 - Tecnologias Disruptivas:
 

Avanços recentes nas tecnologias como robôs, máquinas de aprendizagem e inteligência artificial estão ocupando uma parte significante nas indústrias disruptivas. É interessante estar atento e buscar o aumento da consciência sobre essas novas tecnologias, como podemos entender seus benefícios e como podemos aplicar  essas tecnológicas dentro das nossas funções e de processos na EJ.

Pesquise sobre esses avanços e como eles podem se encaixar na realidade de cada EJ, pense em como essas tecnologias podem fazer parte de algum processo interno, otimizando algo que hoje é feito por várias pessoas na EJ e demanda muito tempo ou podem fazer parte de algum projeto, sendo um diferencial para o cliente, por exemplo. Cada vez mais vamos precisar estar atento a inovações que estão acontecendo no mundo e como EJs podem utilizar isso para crescerem e principalmente entregar projetos cada vez melhores.  
 

4 - Design Thinking:
 

Uma abordagem alternativa para a solução de problemas que coloca clientes e membros no coração do trabalho.

Explorar como podemos entender a fundo a experiência do usuário, criando conceitos e projetos que podem ser aplicados diretamente ao negócio, desde como construímos nossos sites a como podemos realizar processos seletivos, por exemplo.

O Design Thinking pode estar presente em tudo na EJ, o foco é entender as necessidades e a experiência com o serviço e relacionamento com a EJ que a pessoa que terá desde o momento em que conhece a EJ, passando a consideração em contratar o serviço e a experiência durante a realização do processo até o nosso relacionamento pós-projeto. Seja para criar uma imersão, para pensar na jornada que o cliente vive, o Design Thinking é útil até para criar uma planilha. Exercite-o como um modo de pensar e realizar as coisas que pode guiar muitas coisas na EJ e levar a grandes transformações. 
 

5 – Inovação:
 

Não são apenas produtos que precisam inovar, mas também as formas de trabalhar para entregá-los.

Tradicionalmente percebida como uma habilidade dos mais criativos entre nós, existe uma variedade de mecanismos psicológicos e melhores práticas para desbloquear o nosso potencial inovador – seja criando produtos únicos, acelerando processos ou simplificando as formas de trabalho.

Inovação pode ser mais disruptiva, propondo uma nova ideia mais forte, alternativa ao que fazemos ou então, mais incrementais, que consiste em ir melhorando aquilo que está sendo feito. Das duas formas, a EJ toda precisa estar aberta a experimentar, mudar e ter uma postura crítica para como as coisas são feitas, assim favorecendo e instigando a criatividade para melhorarias.

Quanto tempo passamos fazendo sempre as mesmas coisas ou errando nos mesmos pontos, por exemplo. A quantos meses dizemos que a EJ tem o problema A ou B e ele nunca é resolvido e cruzamos os braços acreditando que ele não tem solução. Muitas vezes o mindset de inovação e mudança para que as coisas mudem está adormecido, exercite sempre o novo olhar sobre seus processos internos e externos. 
 

6 – Metodologia Agile
                                          

A sua EJ responde rápido aos feedbacks do cliente durante e pós-projetos? Responder rápido a mudanças é a característica essencial para um negócio sustentável.

Trabalhando de forma interativa e em colaborativamente entre as funções é possível acelerar resultados em todas as áreas: desde a entrega de produtos para o mercado, o atendimento de clientes, a melhora de processos internos, o acompanhamento de membros, até a entrega dos projetos.

Quando falamos em ser ágil, falamos de integrar tudo o que acontece, trabalhar comunicação, dinâmica das equipes, estar disposto a testar e errar, mais do que chegar a planos super elaborados, que demoram muito tempo para ficar prontos.



Por aqui, nós buscamos sempre desenvolver essas competências e tem sido incrível, tanto para engajamento quanto para o nosso desempenho no mercado. Esperamos que esse conteúdo seja muito útil e que tenhamos proporcionados vários insights para alavancar os resultados da sua EJ e que ajudem vocês a bater todas as metas!
 

E ai, a sua EJ pode ser inovadora?

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