Histórico no MEJ
2008 –Entrada na EJEP (Empresa Júnior de Engenharia de Produção da UFSC), na área de Recursos Humanos. Na área, foi trainee, gerente e diretora, e gerenciou o projeto de implementação da gestão por competências e estruturação da participação de RH no processo de Gerenciamento de Consultoria.
2009 –Eleita vice-presidente, permanecendo no cargo por 6 meses.
2010–Se tornou presidente, trabalhando principalmente com representatividade, orientação estratégica e liderança da equipe. Enquanto presidente, foi também conselheira da FEJESC, colaborando para o direcionamento das ações da federação e o crescimento de nossas EJs. Ao sair da presidência da EJEP e do ConFEJESC, se tornou embaixadora da Brasil Júnior na França, responsável pelo projeto piloto de aproximação com a Confederação Nacional francesa e busca de oportunidades para empresas e empresários juniores no país, exercendo a função até agosto de 2011.
2011 –Entrou para o Conselho Administrativo da EJEP, conduzindo a empresa num ano fundamental de alavancagem estratégica e de resultados, e também para a Comissão de Estratégia da Brasil Júnior, com o objetivo de analisar os resultados da gestão estratégica da organização e gerar conclusões que serviram como insumos para as discussões no Conselho da BJ. Em junho de 2011, se tornou Assessora de Informação, coordenadoria que integra a Diretoria de Desenvolvimento da BJ. Durante o semestre, foi responsável pelo projeto Censo e Identidade e trabalhou junto aos demais membros da equipe nos projetos SMD EJs e PE em Rede.
2012 – Atual presidente da BJ.
Devido a sua competência aliada a um histórico exemplar, Ana Paula foi eleita como presidente da BJ para a gestão no dia 24 de outubro de 2011. A fim de aproximar a presidente e suas expectativas de todo o MEJ nacional, a Brasil Júnior fez uma entrevista com informações bem interessantes sobre a presidência 2012:
Qual foi a sua motivação em ser presidente da BJ?
Vejo a causa pela qual o MEJ e a BJ – como sua representante – trabalham como a essência de minha motivação. Ter a oportunidade de contribuir para a formação diferenciada de pessoas com senso de responsabilidade sobre os rumos que o Brasil está tomando é um desafio e, ao mesmo passo, uma oportunidade única neste momento de formação profissional. Reflexo dessa base que nos une, a equipe extremamente competente e engajada que compõe a Brasil Júnior é outro fator que me levou a buscar a presidência, no intuito de aprender e criar laços com agentes de mudança que transformarão o futuro do país. Por fim, acredito que esses dois fatores, somados aos desafios diários inerentes à responsabilidade de presidir a confederação, levarão ao meu próprio crescimento como profissional e cidadã do mundo, preparando e inspirando-me para a continuidade dessa trajetória.
O que você espera em termos de resultado para a BJ em 2012? Como a confederação poderá cumprir com êxito sua missão e se aproximar mais de sua visão?
O ano de 2012 é extremamente estratégico para a BJ e o MEJ brasileiro, pois temos a responsabilidade de fechar os ciclos de consolidação da gestão, amadurecimento do MEJ e inserção na sociedade, além do desafio de revisar a nossa estratégia para os próximos anos e ciclos.
Para garantir isso, a diretoria 2012, em conjunto com os diretores do ano passado, teve, na co-gestão em São Paulo, uma semana de discussões com relação às prioridades da Confederação para essa gestão e quais ações devem ser tomadas para alcançar esses resultados.
Dessa discussão, definimos que para cumprir com êxito nossa missão e nos aproximarmos mais de nossa visão, direcionaremos nossos esforços para: otimizar o trabalho em rede, aumentando o desempenho de nossas Ejs e federações; profissionalizar a gestão da BJ; disseminar para as EJs a cultura de gestão por resultados e foco em mercado e expor a marca Empresa Júnior na sociedade.
O que o MEJ representou para você, na sua vida acadêmica e pessoal?
A entrada no MEJ provocou uma transformação na minha vida em todos os âmbitos, e com o conhecimento obtido permitiu inclusive que eu conseguisse equilibrá-los de forma muito melhor. O caminho percorrido na EJ, federação e confederação me permitiram desenvolver uma série de competências pessoais e profissionais, descobrir a satisfação que é trabalhar com o que se gosta, vencendo desafios e acumulando aprendizados e, principalmente, fazer tudo isso em contribuição para uma causa muito maior, de transformação do Brasil.
Foi o MEJ que me instigou a melhorar meu desempenho na graduação, pelo contato trazido com a Engenharia de Produção logo no início da faculdade, e com isso, ter média satisfatória para conquistar minha bolsa de estudos na França. Também foi responsável por uma proposta de emprego pelo bom desempenho em um estágio levado dentro dos princípios e conduta que aprendemos no ambiente da empresa júnior. Até nos eventos da minha família recebo elogios pelo melhor relacionamento interpessoal, cuidado com as pessoas e maturidade nas discussões que tenho demonstrado.
Sou muito grata por todas as experiências e aprendizados que tive nesses quatro anos, e pretendo com a gestão 2012 da Brasil Júnior estender essa oportunidade a um grupo ainda maior de pessoas!
Como você vê o MEJ e a BJ no final de sua gestão?
Vejo, ao final de 2012, um movimento mais expressivo em termos de federações e empresas juniores associadas e com direcionamento para resultados, o que por conseqüência significa mais projetos sendo realizados para clientes na sociedade, os quais resultam em mais jovens diferenciados sendo formados. Tenho certeza que esse conjunto trará, desde já e com impacto aumentado a médio e longo prazo, a transformação que queremos ver em nosso país.
Deixe um recado a todos os empresários juniores, principalmente aqueles que estão começando.
Aproveite essa oportunidade! O primeiro passo, que é a intenção e aprovação no processo seletivo de sua EJ, já foi dado. A partir daí, encare esse desafio com seriedade e profissionalismo, envolva-se e descubra com o que você gosta de trabalhar, e dedique-se a isso para garantir que você absorva o máximo que puder de cada experiência. Baseie-se sempre em seus valores e princípios e não esqueça de que todos trabalhamos por uma causa maior, de transformação do nosso país. O MEJ possui muitas oportunidades e serve também como porta para outras mil, dependendo do que você fizer e trouxer de resultados. Algumas linhas no currículo não vão significar nada se você não souber defender a diferença que fez a sua participação em cada instância!